Tire o cabelo do rosto, não seja desleixada, por favor, penteie-se, assim não arranjará homem, ou mulher, ou amante algum. Assim toda desengonçada não terá atenção que merece, tão naturalmente bela sendo um estorvo, ah garota não deixe sua família envergonhada, seria a única garota dessa casa mal-amada , como isso nos afetaria, vamos ponha um vestido curto, pinte-se e domine sua lindas madeixas , vamos que já está anoitecendo e como sempre a casa estará cheia, cheia de futuro esperança para todas nós todas, afinal você quer ter o que comer amanhã, certo? Pois bem, sabia que quando a acolhi que iria trabalhar, pois bem.
Uma garota como você, mesmo deflorada não iria morar aqui fazendo faxina, se entre suas pernas muitos irão querer explorar, ira fazer fortuna, quem sabe até uma casa como essa ter, sabe que alguns deles quando apaixonados são bem generosos, os homens e mulheres que aqui freqüentam possuem fortunas, com tempo ensiná-la-ei tudo para agradar seus amantes. Esse beijo que dou em sua testa é só para que saiba que é minha favorita e não se esqueça de um belo decote.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Motivação
De novo ele chega em casa num estado deplorável, ainda posso sentir o cheiro das calcinhas baratas que ele pegou. Estou aqui trancada no quarto enquanto ele destrói a sala de estar, nunca pensei que homem vindo de família rica fosse desse feitio, mas nenhum membro dele ira me perfurar essa noite, por isso sei que meu rosto sentirá o peso de suas mãos.
Quando jovem o via tão elegante passar por mim, tão belo como sempre o fora e flertando comigo, fui uma boba em ver amor nos ritos sociais. Agonia do bêbado me violentar eu sinto agora, de tantas lágrimas não posso ler a primeira parte do que escrevi, essas lágrimas de medo caem pesadas nas páginas desse diário, que contem meus segredos, queria ter coragem para ser adultera, mas nem para vingança de adultério eu sou criada, como irei eu me defender de suas agressões.
Ele não sabe, mas eu estive grávida, livrei a criança desse monstro, não poderia fazê-lo viver no terror que eu vivo, estou tão fodida que nem a alegria de ser mãe eu vou ter, mas não digo isso a ninguém. nunca vou admitir que isso que todos acham que é um sonho na verdade é um pesadelo, afinal as putas que ele come não freqüentam nosso circulo, se ele pensar em me largar eu o mato antes, pois antes de tudo meio orgulho está intacto.
Quando jovem o via tão elegante passar por mim, tão belo como sempre o fora e flertando comigo, fui uma boba em ver amor nos ritos sociais. Agonia do bêbado me violentar eu sinto agora, de tantas lágrimas não posso ler a primeira parte do que escrevi, essas lágrimas de medo caem pesadas nas páginas desse diário, que contem meus segredos, queria ter coragem para ser adultera, mas nem para vingança de adultério eu sou criada, como irei eu me defender de suas agressões.
Ele não sabe, mas eu estive grávida, livrei a criança desse monstro, não poderia fazê-lo viver no terror que eu vivo, estou tão fodida que nem a alegria de ser mãe eu vou ter, mas não digo isso a ninguém. nunca vou admitir que isso que todos acham que é um sonho na verdade é um pesadelo, afinal as putas que ele come não freqüentam nosso circulo, se ele pensar em me largar eu o mato antes, pois antes de tudo meio orgulho está intacto.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Voyeur
Era triste que sua beleza era tudo que ele tinha a oferecer, seu mundo repleto de futilidades não tinha alma de herói, ao menos ele poderia usar heroína. Calado era magnífico só que quando abria a boca era o verdadeiro horror.
Desolada vive nossa romance, eu era uma verdadeira voyeur a nossa a vida a dois, não me interessava pela sua vida, as vezes ele perguntava por mim, sobre mim, eu simplesmente o beijava, calando-o por fim. Ele não servia para conversar e falar sobre minha vida gastaria muito tempo.
A verdade que eu era tão bela quanto ele, pensava em manter nossa relação pela futura cria, mas não o apresentava aos meus amigos, a minha família e sequer a minha casa, mas eu gostava tanto de olhar para ele.
Uma noite em seu apartamento ele me disse “ Rosa, eu te amo” eu o olhei como sempre, levantei olhei-me ao espelho e não responde, nesse momento Victor levantou da cama e bateu com o meu rosto no espelho, eu desmaiei. Quando acordei tinha pontos no rosto e estava em um hospital, depois disso nunca mais ouvi falar de meu belo menino vazio.
Desolada vive nossa romance, eu era uma verdadeira voyeur a nossa a vida a dois, não me interessava pela sua vida, as vezes ele perguntava por mim, sobre mim, eu simplesmente o beijava, calando-o por fim. Ele não servia para conversar e falar sobre minha vida gastaria muito tempo.
A verdade que eu era tão bela quanto ele, pensava em manter nossa relação pela futura cria, mas não o apresentava aos meus amigos, a minha família e sequer a minha casa, mas eu gostava tanto de olhar para ele.
Uma noite em seu apartamento ele me disse “ Rosa, eu te amo” eu o olhei como sempre, levantei olhei-me ao espelho e não responde, nesse momento Victor levantou da cama e bateu com o meu rosto no espelho, eu desmaiei. Quando acordei tinha pontos no rosto e estava em um hospital, depois disso nunca mais ouvi falar de meu belo menino vazio.
Caro Senhor
Não posso mais servi-lo, não sei mais estar a sua sombra, querido, eu me pergunto como vai viver sem minhas coxas? Não poderá eu sei, mas isso não me importa agora, não sou sua menina e você já não é um rapaz.
Claro que me lembro dos dias de sol e também das noites frias sozinha no moquifo que me deste. Eu não quero mais te tocar, que nojo seu corpo sobre o meu, não vou passar minha vida sem família, apesar de todos saberem que eu sou uma verdadeira vadia, então se lembre, deixe aquela quantia, que a vida tá cara, para mulher sozinha qualquer.
Não vou deixar você partir, sem uma ultima dança. Comporte-se e tocará meus seios, sentirá minhas pernas e beijará meu ventre, só que não terá meus lábios.
Claro que me lembro dos dias de sol e também das noites frias sozinha no moquifo que me deste. Eu não quero mais te tocar, que nojo seu corpo sobre o meu, não vou passar minha vida sem família, apesar de todos saberem que eu sou uma verdadeira vadia, então se lembre, deixe aquela quantia, que a vida tá cara, para mulher sozinha qualquer.
Não vou deixar você partir, sem uma ultima dança. Comporte-se e tocará meus seios, sentirá minhas pernas e beijará meu ventre, só que não terá meus lábios.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Dizeres
Deodora com seu corpo de tinta do século e suas vestes do século passado desfilava pelo calçadão a beira mar, seus ombros desnudos a mostra para senhoras de classe que por ali passavam, não temia a reprovação dos olhares delas, já cansados e auxiliados por aparelhagem moderna. Seu andar gingado remetia a uma dança negra-pagã, sua postura era de afronta para mascarar sua personalidade dócil, uma boa menina, mas quem diria?
Ouvia rock moderno e samba arcaico, seu sorriso ingênuo era privilégio para poucos, como eu me orgulho de tê-lo visto. Amante sigilosa nunca retirava a mascara de seu cúmplice galanteador que lhe jurou amor e a feriu com seu membro, violou-a sem desleixo e nem pretexto, a sangrou, mas quem diria?
Eu como fico? Indefeso por não ter o convite de bailar com ela, é como já sabia, a verdade nem sempre tem que ser dita e até mesmo eu, um príncipe, que proclama justiça dessa vez não queria, Deodora me puxe para rodar, vamos rodar que eu vou mostrar meu jazz e você vai gozar, mas quem dirá?
Ouvia rock moderno e samba arcaico, seu sorriso ingênuo era privilégio para poucos, como eu me orgulho de tê-lo visto. Amante sigilosa nunca retirava a mascara de seu cúmplice galanteador que lhe jurou amor e a feriu com seu membro, violou-a sem desleixo e nem pretexto, a sangrou, mas quem diria?
Eu como fico? Indefeso por não ter o convite de bailar com ela, é como já sabia, a verdade nem sempre tem que ser dita e até mesmo eu, um príncipe, que proclama justiça dessa vez não queria, Deodora me puxe para rodar, vamos rodar que eu vou mostrar meu jazz e você vai gozar, mas quem dirá?
terça-feira, 22 de junho de 2010
Igor
Tudo que leva minha assinatura vira obra, vira prima, não possuo a humildade para ser modesto, mas sim arrogância de ser perfeito, sou mais que perfeito, e minha prosa deve ser aclamada, toda veneração sobre meu verso é pouco e humilde, quero mais do que podes me dar, não aceitarei menos do que mereço e seu desleixo é pobre-ignorante, você só pode me amar e há de me amar, pois toda mancha de tinta de meu traço é mais do que você.
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